• Victor Fidalgo quer um PRD autónomo e independente

    O novo presidente do PRD quer, pelo menos, um assento no próximo parlamento e deixa claro que, quem quiser relacionar com o seu partido terá que respeitar as suas posições e opções

     

    Victor Fidalgo quer um PRD autónomo e independente

     

    Eleger pelo menos um deputado para a Assembleia Nacional, foi um dos primeiros desejo manifestado pelo novo presidente do PRD, Vítor Fidalgo, na sua primeira declaração à imprensa, momentos após ter sido confirmado como presidente daquela formação política.

    Para conseguir tal proeza Fidalgo já fez saber que os rosas vão concentrar-se, durante as campanhas, nos círculos onde há maiores probabilidades de eleger deputados: neste sentido a aposta vai para os círculos onde existem mais do que dois mandatos disponíveis, até porque, nas regiões de dois é quase certo que o PAICV e o MpD deverão repartir os assentos. “Nosso esforço será aqui na Praia”, revelou Fidalgo, deixando entender que matematicamente falando, aqui há “maiores” hipóteses de se conseguir pelo menos um mandato.

    Quanto às campanhas, o presidente eleito assegura que ela será de um contacto directo com o eleitorado, sem ambição de poder, mas consciente de que o PRD poderá influenciar a governação, por isso mesmo os renovadores vão analisar que contributo podem dar ao país. O novo rosto do PRD não fala, pelo menos por ora, em coligações, até porque segundo o próprio, de momento “não há contacto” neste sentido, mas admite que ela possa acontecer, desde que os eventuais proponentes revejam no PRD um partido autónomo, independente, que tem a sua estratégia e que não tem filiação em nenhum outro partido.

    Assim, Fidalgo deixa claro que o partido, durante a sua presidência não irá fazer frete nem a este nem, a aquele outro partido, e deixou explicito que quem quiser qualquer tipo de colaboração, ou “simples troca” de pontos de vista em que assunto for, com o PRD tem que respeitar “o nosso ponto de vista”, avisou.

    Presidente em exercício da Agência Cabo-verdiana de Investimentos, Vítor Fidalgo deixa claro que não há incompatibilidades no exercício das novas funções, e disse que abraça este novo desafio em nome dum exercício da cidadania: “candidatei-me normalmente”, disse.


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